5 lições inesquecíveis do Pequeno Príncipe

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O Pequeno Príncipe é um livro infantil escrito para adultos. Foi escrito de uma forma que não faz sentido para as pessoas que procuram lê-lo apenas pela história em vez do que ele está tentando transmitir. Mas para aquelas cuja intenção é se conectar com o livro e envolver-se com os personagens, há um banquete de conhecimentos e valores ocultos inseridos em cada capítulo. Se você ainda não leu, faça um favor a si mesmo e adquira uma cópia dessa grandiosa obra!

Por que ser contra o aborto e sua legalização?

Não pretendo julgar a pessoa que já fez aborto, mesmo porque não se sabe qual era seu estágio de consciência. De maneira alguma cabe a mim julgar as pessoas, apenas expressar o que eu penso. E HOJE penso que o aborto é DEFINITIVAMENTE um erro, e a legalização seria outro erro mais grave ainda, embora existam argumentos pró-aborto convincentes, porém, falaciosos. Mas sempre é tempo de se esclarecer, repensar e se conscientizar. 



As mulheres que defendem o aborto costumam dizer: "meu corpo, minhas regras". Mas há um grande contrassenso nisso, pois o corpo do feto não é o mesmo da mulher. Ou seja, o feto que se desenvolve é algo isolado do corpo da mulher, além do seu espírito. Mas como a espiritualidade não entra em questão, consideremos que, PELA CIÊNCIA, foi comprovado que a vida física começa na concepção. Pois, estudos já revelaram que o embrião possui uma capacidade de desenvolvimento autônoma, o que nos prova que não se trata de um simples "amontoado de células", tampouco uma extensão do corpo da mulher, e sim um ser individual. 




Portanto, se aquele pequeno "amontoado de células" já se trata de um indivíduo humano em formação, ele não deve perder a vida pelo erro de outrem, pois não se justifica um erro com outro. Suponhamos que fôssemos a favor da pena de morte, concordaríamos que o criminoso respondesse pelos seus atos. A vida inocente dentro do útero é isenta de qualquer crime.



Certa vez, me questionaram: "Mas você teria o filho de alguém que a estuprou?" Prontamente respondi que recorreria à pílula do dia seguinte, que é um método contraceptivo de emergência. É danoso à saúde da mulher? Sim. Porém, com toda certeza, não mais que métodos abortivos, que podem causar danos não só físicos, como psicológicos pelo resto da vida, independente de como ou onde sejam realizados. Ou seja, não é apenas uma vida que se extirpa. 




Caso a mulher julgue que não tem a obrigação ou condições de assumir um bebê, seja ele advindo de estupro ou indesejado, o ideal é que ela busque o acompanhamento de um médico, assistente social e psicólogo até o término da gestação, para que ela possa refletir entre permanecer com o bebê e inseri-lo na família ou encaminhá-lo para a adoção. Caso ela opte pela adoção, este é um direito garantido em lei. Outrossim, ela não estará suprimindo a vida de um inocente, mas realizando o sonho de alguém adotar e dar uma família ao bebê.



 
O que toda criança precisa é de acolhimento, amor e educação! 🎗



Ressalvas...




O aborto deveria ser admissível SOMENTE nos casos em que o embrião, ou feto, não se desenvolvesse; ou a vida da mãe estivesse em risco. Ainda assim, seria árduo para a mãe que já sentisse uma conexão forte com o filho, desde a concepção em seu ventre, ter que optar. Mas, por mais difícil que seja, optar pela própria vida seria compreensível.


Legalização e Eugenia



Se o aborto for legalizado no mundo, imagine quantas mulheres abortarão filhos com algum tipo de deficiência genética, como a síndrome de Down, por exemplo? Seria como resgatar a eugenia de Hitler, onde se idealizava uma raça pura e perfeita, eliminando-se deficientes e outras etnias. E um dos métodos covardes de se alcançar isso era efetivando abortos.


A realidade apesar da não-legalização



Infelizmente, independente da não-legalização, abortos continuarão acontecendo clandestinamente e mulheres morrendo em decorrência de complicações no procedimento, além dos bebês. Essa é uma árdua realidade em nosso país. Porém, a verdade sobre o aborto e suas consequências deve resistir. A legalização seria apenas um paliativo que refletiria o total fracasso da nossa sociedade na saúde, sobretudo, na educação. 

A falta de esclarecimentos sobre anticoncepcionais, além de atividade sexual precoce e desregrada são uns dos fatores para tantas doenças, gravidezes indesejadas e abortos que acometem mulheres de todas as idades. Então, o que deve ser feito para minimizar esses reveses? 


Não há salvação sem educação! 




É crucial que haja educação sexual, desde cedo, nas escolas. Se for necessário, preparar nossos educadores para abordarem essa temática em salas de aula, de forma séria e profissional. Além disso, trabalharem na formação de consciência dos alunos, para que desenvolvam o senso de responsabilidade. Ou seja, levá-los refletir sobre condutas erradas e suas consequências, para serem adultos mais responsáveis para com essa coisa tão sagrada chamada: Vida. 

Sejamos PRÓ-EDUCAÇÃO. Somente a educação SALVA. 👩🏾‍🏫



Charge crítica à pró-legalização do aborto



Depoimento emocionante de uma mãe que lida com a culpa de um aborto




Marcela Kamiroski defendendo a vida em argumentos bio-antropológicos e sociais







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